Arquivo do mês: setembro 2009

O Amor de Deus

lucasMuitas vezes ouvimos falar do amor de Deus, que devemos amar uns aos outros, mas nem se quer praticamos ou vivemos isso. Pra iniciar o nosso assunto, você sabe o que é o Amor de Deus? O tema do amor (e especificamente o do Amor de Deus) é um tema central e fundamental nas páginas do Novo Testamento. Quem não conhece os textos de João 3: 16, 1 Cor. 13 ou 1.ª Epístola de João? Muitos de nós ouvimos desde a nossa infância e mesmo os que começam a ler a Bíblia, sendo já adultos, rapidamente se confrontam com eles. No texto base que hoje nos é proposto encontramos inúmeras vezes a palavra amor, e formas do verbo amar é encontrada nas duas afirmações que, não sendo novas para nós, constituem a mensagem central do texto: Deus é Amor (1 João 4: 8) e Deus nos ama (1 João 4: 9-19). Afirmar que “Deus é Amor” e que “Ele nos ama” é um ato de fé. Todos os cristãos o devem dizer, viver e sentir. Mas este Deus que é Amor não é só para nós, cristãos. “Deus amou o mundo de tal maneira…” (João 3, 16). É importante que o nosso testemunho seja dado junto dos que ainda não reconhecem que Deus é Amor e, muito menos, que Ele os ama. Mas como fazê-lo?

1. Seremos todos mentirosos? – “Se alguém disser: Eu amo a Deus, mas odiar o seu irmão, esse é um mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus a quem não vê… quem ama a Deus, ame também o seu irmão” (1 João 4, 20-21). Que sentido faz este texto para mim? É uma acusação, uma condenação, um desafio ou uma bênção? A resposta tem que ser, primeiramente, individual. Talvez nos custe dizer que temos sido mentirosos. Ninguém gosta de reconhecê-lo e, muito menos, ser conhecido como tal. Mas neste momento estamos sendo confrontados pela a Palavra de Deus, à qual nos devemos submeter e reconhecer a sua autoridade para nos julgar. Amar a Deus e amar o próximo! Duas dimensões do amor que não pode e nem deve, separar. Esta é a lição que aprendemos de Jesus Cristo quando Ele nos fala do “primeiro e grande mandamento”: Amarás o Senhor teu Deus… e o teu próximo como a ti mesmo ( Mat. 22: 37, 39). Eu amo a Deus porque amo o próximo e amo o próximo porque amo a Deus!

2. O que nos falta para não sermos mentirosos? – Viver estas mensagens que acabamos de ler! Há mais de quarenta anos, dizia-me um saudoso professor do Seminário Evangélico de Teologia, o Rev. Eduardo Moreira: “O que falta ao crente não é saber mais da Bíblia, mas viver aquilo que já sabe”. Palavras sábias e proféticas que, ao longo dos anos, nada perderam da sua atualidade e pertinência. Viver o que já sabemos pode, e deve constituir um alvo e desafio constantes da vida cristã. Isto não significa que tenhamos de parar o processo da nossa formação e aprendizagem bíblica, que nos deverá acompanhar ao longo da nossa peregrinação terrena. Viver o que já sabemos significa praticar, passar à ação, os muitos ou poucos conhecimentos teóricos que temos da mensagem do Evangelho. Este Evangelho só é Boa Nova para o próximo quando passar da minha razão, do meu coração, para a minha boca. O meu amor ao próximo, e a Deus, não reside nos meus profundos conhecimentos bíblicos e teológicos. Jesus, durante o seu breve ministério terreno, não se cansou de ensinar e de praticar esse ensino. A sua autoridade foi reconhecida pela sua coerência entre o dizer e o fazer. E foi Ele que, após ter ensinado e vivido esse ensino, disse para os seus seguidores: Ide e ensinai e… assim como Eu vos fiz, fazei vós também.

3. Manifestar a unidade – Essa palavra é um tanto estranha para nós, não é mesmo? Segundo o dicionário a palavra “unidade” é definida como: aliança; pacto; união; ligação. Mas infelizmente, esta não é a realidade que se observa na maioria dos casos: famílias, que se dizem cristãs, cujos parentes não se falam, membros da mesma congregação com relações cortadas, responsáveis eclesiásticos, incluindo pastores, com poucas ou nenhuma relações entre si. Muitas vezes, pensamos que o nosso grupo é o melhor e que os outros não são tão importantes. Entendemo-nos como os melhores, os mais corretos. Tal jeito de pensar nos leva a olhar as outras pessoas com certa desconfiança e ou, até, nem nos envolvermos com estas pessoas diferentes de nós. Tal comportamento gera divisão e tudo porque falamos que nós estamos certos e os outros errados. Como podem os não-cristãos levar-nos a sério? Como pode ser credível o Amor que anunciamos? Que autoridade tem um ministério que assim se comporta? A Igreja do Senhor é, por definição, unida. Não somos nós que construímos a unidade da Igreja. Ela é a Igreja de “um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por todos e permanece em todos” (Efésios. 4:5-6). Cabe a nós viver e testemunhar essa unidade, o que muitas vezes não é fácil, mas é fundamental. O amor “que é paciente, que tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1 Cor. 13), é o instrumento que devemos usar para fortalecer esta unidade que temos em Cristo e isto, como Ele próprio o disse, “para que o mundo creia…” (João 17: 20-24). A unidade da Igreja tem em si esta dimensão missionária e evangelizadora. A família de Deus tem de ser uma família unida e exemplo de unidade para os outros. Temos que ser um para que o mundo creia que o Pai o enviou!
Dizia uma história que, um casal apaixonado se preparava para o casamento quando, por motivos políticos, o rapaz foi preso e condenado à morte. Deveria ser enforcado ao meio-dia, assim que o sino soasse. A noiva tentara todos os recursos possíveis para salvar o seu amado, mas nada conseguira. Chegou o dia da execução. Na sentença escrita, o martírio se daria ao soar o sino. Ela sabia que o sineiro era surdo, devido ao seu serviço. Então,
sem ser vista, a moça subiu as escadarias do campanário até onde estava o pesado sino. Amarrou vários panos nas mãos e no badalo. E, quando o sineiro colocou-se em posição de fazer soar o sino, ela se agarrou ao badalo.
Cada toque do sineiro era um grande brado de dor; suas mãos sangravam e foram sendo esmagadas pelas doze badaladas. Ao final, desmaiara de dor, e o sangue corria vivo de suas mãos. Lá embaixo, sobre o cadafalso, seu noivo, com os olhos vendados, aguardava o sinal para seu último suspiro. Mas, para surpresa de todos, o meio-dia passou e o sino, pela primeira vez na história daquela cidade, não soou. O sineiro saía do campanário, trazendo no rosto o sinal de “missão cumprida”. Então todos correram para ver o que acontecera, e, junto ao sino, encontraram a jovem desfalecida. O coração do rei, movido por tão grande prova de amor, deu ao jovem o perdão. As mãos da moça nunca mais foram as mesmas; tornaram-se feias e deformadas. Mas seu amado estava salvo. E puderam viver seu amor. As mãos de Jesus também foram perfuradas para nos trazer a salvação. Ele se deu por amor a nós. Será que você vai rejeitar tão grande amor? Pense!
Temos que ser um. Um só corpo, uma só voz! Ame o seu próximo assim como o Pai o ama!
No amor do Pai,

Lucas Fernandes


Liberdade

tollerNesses últimos dias temos ouvido muito a respeito de liberdade. Quem não dançou (falando de nós né!) alguma música que fala de liberdade? Quantos não cantam e tocam nas suas igrejas canções que falam sobre ser livres como águia, pular e correr e dançar para Deus? Acredito que de uma certa forma esse termo até ficou banalizado entre nós.
Trabalho em uma escola de treinamento para líderes cristãos, jovens. As nossas música são recheadíssimas de jargões como “livres pra correr, livres pra dançar, livres pra viver por ti…” e por aí vai. Mas confesso que tinha uma certa resistência com essa vulgarização da “liberdade”. Engraçado, como é difícil ver alguém pular ao som da “liberdade”, quando você conhece muito bem a vida da pessoa. É difícil ouvir “somos livres” dos lábios de quem sem sombra de dúvidas anda em cadeias. Tenho que adimitir que isso me causou um certo endurecimento com relação a algumas pessoas, e consequentemente um horror a canções ou “expressões” de liberdade nos cultos, mas no fundo da minha alma eu queria muito experimentá-la. A verdadeira liberdade! Mas como seria essa liberdade? Eu danço!!!! Tem expressão mais livre do que a dança? Descobri ao longo dos dias como é comum nos prendermos naquilo que nos deveria libertar. Falo isso porque como vocês acredito no poder libertador de alguma expressões, principalmente no que diz respeito a igreja. Mas não seria justamente isso que estava me prendendo?
Certa ocasião estava no culto e recebi uma palavra. A pessoa me disse o seguinte: “é tempo de dançar no secreto.” Naquele instante eu tive vontade de tirar a camisa e dançar intensamente.
Opaaaaa!!! Como assim? Sem camisa? Irmão você está querendo escandalizar? Talvez você esteja se perguntando sobre isso. Mas preciso te dizer antes que você nunca mais apareça nesse blog, porque eu senti aquilo.
Bem, a verdade é que eu não tirei a camisa não. Fiquei bem vestido e no meu lugar. Mas enquanto estava lá eu sentia muita vontade de dançar para o Senhor. Só para ele! Com a roupa mesmo que eu estava vestindo. Sem a “caracterização” do figurino. E esse sentimento me seguiu por muitos outros cultos. A vontade que eu tinha era de ser completamente livre dos olhares, da minha reputação, da estética, da técnica. Porque pensava: Se eu os julgo, imagina eles a mim. De dentro de mim pulsavam movimentos intensos (hummm…o Espírito Santo dança contemporâneo…rsrs) que começavam no meu abdomem e se extendiam pelo corpo, como o pulsar de um coração. Estranhamente estou em um processo, não que não estejamos sempre, de muitas transformações no meu coração. A tal liberdade estava aflorando e eu estava perdendo o controle.
Finalmente a duas semanas atrás eu estava em um congresso, e eu era o único que dançava no lugar, e quando me vi estava lá na frente do púlpito de calça normal, camiseta (e ela era muito chamativa..aff), tênis e me contorcendo naquele movimento que pulsava de dentro de mim. Eu imaginei no que as pessoas estavam pensando. Será que elas me acharam um exibido? Será que incomodei quebrando o protocolo do lugar? A verdade é que meus paradígmas foram ao chão (literalmente) e depois dessa experiência eu tenho tido muito vontade de sair do ordinário e conhecer o extraordinário de Deus. Quero me desconstruir e ser livre de velhos conceitos e idéias, não impostas a mim por pessoas, mas por mim mesmo. Quando Pedro andou sobre as águas ele teve que deixar de lado os paradígmas da física (talvez ele não a conhecesse como tal), os paradígmas do que era aceitável. Afinal de contas andar sobre as águas é meio inaceitável. Mas igualmente ao deixar o que era aceitável ele entrou no inimaginável poder de Deus e foi, mesmo que por um instante, livre para relacionar com o sobrenatural. Já imaginaram o impacto que isso não causou na vida de Pedro? Se fossemos nós, com certeza nos lembrariamos todo dia do que experimentamos. Da mesma forma, eu vou me lembrar do dia que Deus me chamou a liberdade. E quero sim viver nela todos os dias da minha vida. Acredito que nos últimos dias existirão dois tipos de pessoas: Os que apostataram, pois a Bíblia fala muito disso nos últimos dias, e os verdadeiramente livres.

Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:31-32
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João. 8:36

Agora sim eu entendo a Bel quando começa a se contorcer no chão girando a cabeça. Jesus é lindão, maravilhoso demais. Não dá para não pirar o cabeção com ele ali manifesto ao seu lado. E falando disso, aí está um vídeo dela dançando uma música que se tornou meu lema.

Coisa de gente livre!!!!!!!!!!!

Um abração
Felipe Toller


Jovens

iaia

As ultimas 2 ministrações que fizemos em Goiânia e em Itaúna foram momentos muito especiais com irmãos e com o Senhor. O que me chamou a atenção nestes dois eventos foi o fato de terem em comum jovens que se dispuseram a fazer a diferença!

Neste momento que escrevo estou assistindo um DVD que um amigo do Mexico me enviou mostrando exatamente jovens mexicanos adorando a Deus e proclamando a salvação em Jesus. E com certeza como eles existem outros milhares que desejam fazer a dierença.

Filhinhos, eu vos escrevi, porque conheceis o Pai. Pais, eu vos escrevi, porque conheceis aquele que existe desde o princípio. Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno. 1 João 2:14

Deus tem nos chamado para um tempo onde nos levantamos, adoramos a Deus e proclamamos o seu nome a todos e em todos lugar. É tempo de pregarmos mais e mais a palavra de Deus às pessoas que estão em nosso redor. Tenho procurado ser assim, não perder nenhuma oportunidade de exaltar o nome de Deus e revelar os planos de salvação que Ele tem para cada um.

Na empresa que trabalho estamos nos reunindo durante 30 minutos no horário do almoço, uma vez na semana. Somos um grupo de 8 mulheres que decidimos nos reunir para orarmos , compartilharmos a palavra e clamarmos pela salvação dos nossos colegas de trabalho. Tem sido um tempo maravilhoso. E cada palavra , versiculo e oração tem testificado em nosso coração como algo que realmente Deus se alegra de ver em nós. Unidade entre os irmão com o próposito de exaltarmos o nome de Deus.

Quero encorajar a você a siguir nosso exemplo e se reunir com seus colegas de trabalho ou escola para orarem pela salvação das pessoas que são do seu convivio.

Somos jovens e Deus nos chama para resistirmos o mal e levarmos o bem aos corações necessitados. Se não ficarmos atentos somos facilmente levados pelas paixões deste mundo : amor ao dinheiro, fama, sucesso, vaidade, imoralidade, mentiras, fofocas e falsidade. Tudo a nossa volta, novelas, filmes, livros, músicas, arte contém conteúdos muitas vezes sutis que querem nos tirar do foco que é ter uma vida separada e consagrada a Deus. Mas não são somente as coisas ruins que querem nos cegar, as coisas boas que até mesmo o Senhor nos dá não podem se tornar uma fortaleza segura onde nos encondemos e nos esqueçemos dos que necessitam desesperadamente de Deus

Precisamos buscar tempo de intimidade a sós com Deus, em nossos quartos com nossas biblias, pararmos nosso ativismo para ouvirmos o que Deus quer falar conosco. Este tem sido meu maior desafio agora, parar diariamente diante de Deus a sós para buscar nele tudo o que eu preciso. Conhecer mais a palavra de Deus e manuseá-la como uma arma poderosa

Jovens, DESPERTEM-SE LEVANTEM-SE. DEUS TEM MUITO MAIS PARA NÓS DO QUE HOJE VEMOS E A SEDE DO NOSSO CORAÇÃO IRÁ DETERMINAR A FORÇAS DAS ÁGUAS QUE DEUS IRÁ DERRAMAR SOBRE NÓS!

SE LEVANTE NO SEU TRABALHO, NA SUA ESCOLA, NA IGREJA, NO PONTO DE ÔNIBUS, ONDE VOCÊ ESTIVER E PROCLAME A PALAVRA DE DEUS AOS QUE ESTÃO AO SEU REDOR!

Iara Coimbra

*Texto extraído do blog da Iara. http://www.iaracoimbra.wordpress.com


CHAT!!!!!

Olá pessoal!!! Esse post é pequeno mas é só para chamar a atenção de vocês para a nossa página de CHAT. Lá poderemos conhecer novos amigos e fazer contatos com todos que frequentam o nosso blog.

Em breve poderemos agendar encontros com os participantes da CIA MUDANÇA e trocar idéias em tempo real.

Aproveitem!!!